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Equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) atende golfinho que encalhou em Balneário Camboriú.

 Órgãos e organizações não-governamentais. Na Central e seguiu o monitorado por mais de 20 horas.

 

A manhã do dia 20 de abril vai ficar para uma história do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos aqui de Penha / SC. Foi por volta das 11 horas que uma equipe de Univali recebeu um controle sobre um golfinho encalhado na praia Central de Balneário Camboriú. Imediatamente os veterinários e os técnicos do projeto para o local para tentar estabilizar o animal.

 

De início a equipe medicou o golfinho, que respondeu bem. Por esse motivo a opção para tentar a primeira soltura. Porém ele acabou voltando para uma costa e novamente encalhou na praia. Aparentemente debilitado e com alguns ferimentos, o animal da espécie Stenella attenuata , foi monitorado durante mais de 20 horas. A operação que se estende por toda a madrugada, contou com uma formação de uma equipe de peso. Além dos especialistas do PMP-BS, da Secretaria do Meio Ambiente (Semam), do Instituto dos Anjos do Mar (IAMB), do Controle de Pragas e Tratamentos Fitossanitários (CCPU), do Corpo de Bombeiros Militares, dos Bombeiros Voluntários e também da Guarda Ambiental, todos do município de Balneário Camboriú.

 

Ao longo do monitoramento do animal apresenta indícios de recuperação. Assim que amanheceu mais uma tentativa de soltura para a realização, porém o golfinho não conseguiu passar a arrebentação, demonstrando que ainda estava debilitado e precisava de mais cuidados. Por esse motivo, uma decisão de transporte para uma Unidade de Estabilização de Animais Marinhos, localizada em Penha, para possibilitar uma melhor avaliação do estado de saúde do animal e uma execução de um tratamento mais eficaz. Segundo Jeferson Luís Dick, coordenador da unidade, uma transferência do animal possibilitável melhores condições para o tratamento. O local foi recém-inaugurado e conta com toda a estrutura para receber animais marinhos em situações debilitadas como no caso do

 

Toda uma logística para o transporte foi organizada para que nenhum dano maior fosse causado ao animal. Mas durante o percurso, infelizmente ele teve uma piora no quadro, entrou em choque e veio a óbito.

 

Como começou o processo de necropsia para investigar os motivos reais que contribuem para o quadro de instabilidade do animal. Tiffany Emmerich foi responsável pela necropsia realizada e explicou que o animal era uma fêmea adulta e apresentava um quadro de debilidade geral. "O golfinho estava com como limitações das lesões na pele e inflamação não interior do globo ocular, reduzindo significativamente a sua capacidade visual", explicou Tiffany. A veterinária também ressaltou que esses animais possuem um sistema modificado de recebimento de sinais, como um sonar, o que aumentam suas chances de adaptação sem ambiente marinho ainda que cegos.

 

Também foram constatadas diversas marcas lineares e profundas na pele das nadadeiras. Estas são como características de objetos finos como fios de Nylon utilizados em linhas e redes de pesca. Outro detalhe que chamou uma atenção da equipe para algumas marcas de dentes para estes fermentos, sugerindo que tipo de outro tipo de interação com outros golfinhos em uma tentativa de ajuda, enquanto era emalhado na rede. Este tipo de comportamento já foi na literatura em outras espécies de golfinhos. Já na análise das vísceras, como crônicas também foram observadas, indicando que o animal já estava debilitado há tempo.

 

Para ampliar o máximo de informações sobre uma espécie e fortalecer como pesquisas futuras, amostras de tecidos são coletadas para análise.

 

Stenella attenuata

Segundo o livro "Baleias, Botos e Golfinhos do Brasil" esta é uma espécie que tem como referência um rosto tipicamente longo, coloração cinza-claro e uma camada dorsal escura. Destaca-se por desenvolver pintas por toda uma região corporal ao longo de sua vida. Esse padrão de pintas varia individualmente e de acordo com a idade ea região geográfica. Quanto mais velho, mais pintas apresentam.

 

Projeto de Monitoramento de Praias (PMP-BS)

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural não Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos , Conduzido pelo Ibama e coordenado pela Universidade do Vale do Itajaí.

 

Ao encontrar animais marinhos mortos ou vivos, que estejam debilitados, você pode ligar para o 0800-642-3341 e esse trabalho de salvar animais marinhos!

 

 

CEM-UFPR devolve ao ambiente natural gaivota reabilitada

Matéria divulgada dia 17 de fevereiro de 2017 pelo site da UFPR sobre soltura de gaivota. Leia matéria na íntegra aqui

 

Na segunda-feira, 13 de fevereiro, o Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (CEM), da Universidade Federal do Paraná, restituiu ao seu habitat mais uma gaivota resgatada e reabilitada pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). A ave foi encontrada por surfistas, em Guaratuba, no dia 23 de janeiro extremamente enfraquecida e magra. Por ser um animal juvenil, a principal suspeita clínica foi de inanição (falta de alimentação).”Foi feita uma hidratação intensa, alimentação com papa de peixe, antiparasitário e suplementação vitamínica”, disse o médico veterinário Marcillo Altoé. Junto aos demais integrantes do PMP-BS, ele tratou a ave durante 20 dias no centro de estabilização temporária em Pontal do Paraná.

 

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Baleia de 13 metros é encontrada morta na Guarda do Embaú, em Palhoça

 

Matéria divulgada dia 28 de fevereiro de 2017 sobre encalhe de baleia morta na Guarda do Embaú. Leia matéria na íntegra aqui

 

Uma baleia foi encontrada morta na tarde do domingo, dia 26, na Prainha, na Guarda do Embaú em Palhoça. De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade, por volta das 16 horas, moradores encontraram o animal encalhado próximo da areia da praia. Segundo a diretora de pesquisa do Projeto Baleia Franca, Karina Groch, o animal é um macho adulto, com cerca de 13 metros e está em avançado estado de decomposição, mas foi possível realizar a biometria e coleta de amostra de tecidos do animal. A espécie da baleia ainda não foi identificada, mas pesquisadores garantem que não se trata de uma baleia franca e acreditam que seja uma baleia-de-bryde. O animal está em uma área de difícil acesso, que só é acessível por trilha ou barco, por isso a tendência é de que seja enterrado no local. 

 

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Soltura de fragata pela R3 Animal

 

Notícia divulgada dia 02 de fevereiro de 2017 pelo facebook da R3 Animal sobre soltura de fragata. Leia notícia na íntegra aqui 

 

Segundos que antecedem a volta para casa! Em 2016, após o resgate e a reabilitação, a R3 Animal através do PMP-BS retornou à natureza 14 fragatas (Fregata magnificens). A distribuição desta espécie é ampla no Brasil. Antes de realizar a soltura, todos os animais passam por uma criteriosa avaliação que inclui exames coproparasitológico e sanguíneos, além de avaliação clínica e fisioterapia para que no momento da soltura a ave esteja apta a voar. No caso das fragatas, como são aves planadoras, a soltura é sempre realizada em locais altos e com a presença de corrente de ar. Uma curiosidade sobre elas é que durante a reprodução, o macho infla o papo vermelho para atrair a fêmea. Diferente do macho, a parceira é preta e tem o peito branco.

 

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Soltura de Gaivotas

 

Notícia divulgada dia 22 de fevereiro de 2017 pelo facebook do Gremar sobre soltura de Gaivotas. Leia notícia na íntegra aqui

 

No sábado, 18 de fevereiro, a equipe do Gremar realizou a soltura de duas gaivotas (Larus dominicanus) na Praia de SãoPedro, no Guarujá. Elas haviam sido resgatadas durante o trabalho do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP/BS) em janeiro. Uma delas, encontrada em Pitangueiras no dia 14/01, apresentava sinais de exaustão, com penas desarrumadas e mucosas perláceas. A outra, resgatada em 29/01 na Praia Grande, foi diagnosticada com intoxicação, com paralisia de membros posteriores e penas superficiais molhadas e sujas de areia. Felizmente, após algumas semanas em tratamento na nossa Base de Reabilitação do Gremar, ambas demonstraram sinais de recuperação e condições clínicas favoráveis à soltura. E assim foram soltas! 

 

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