f t g m

Soltura de tartaruga-verde movimenta praia em Pontal

 

Matéria divulgada dia 26 de janeiro de 2017 pelo site Correio do Litoral sobre soltura de tartaruga-verde em Pontal do Sul. Leia matéria na íntegra aqui 

 

A soltura de uma tartaruga-verde foi a grande atração da praia, na tarde de terça-feira (24), no balneário de Pontal do Sul, em Pontal do Paraná. Aproximadamente cem pessoas acompanharam a ação, que fez parte das atividades educativas desenvolvidas pela equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC). A tartaruga, da espécie Chelonia mydas, foi entregue pelo efetivo do corpo de Bombeiros à equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP/BS) no dia 16 de janeiro na Praia Brava, em Matinhos. A tartaruga estava com um anzol de pesca esportiva preso na boca. Após passar pelos cuidados da equipe técnica do PMP/BS no centro de estabilização de fauna marinha do Laboratório de Ecologia e Conservação, do Centro de Estudos do Mar (CEM), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a tartaruga-verde estava pronta para retornar ao seu ambiente natural.

 

Leia mais 

Soltura de um atobá-marrom

 

Notícia divulgada dia 26 de janeiro de 2017 pelo facebook do Gremar sobre soltura de um atobá-marrom. Leia notícia na íntegra aqui

 

Este atobá-marrom (Sula leucogaster) foi solto na última terça-feira (24), na Praia de Iporanga, em Guarujá. Resgatado em Praia Grande logo após o Natal, ele apresentava sinais clínicos de intoxicação. Foram quatro semanas de reabilitação em nosso Centro de Recepção e Triagem de Animais Marinhos até que, finalmente, ele pudesse reencontrar seu habitat. O descarte indevido de lixo nas praias é uma das principais causas da intoxicação de animais marinhos. Seja responsável e colabore com a preservação não só do ambiente, mas da vida dessas espécies.

 

Leia mais 

Balanço do Gremar aponta 242 animais resgatados com vida em 2016

 

Matéria divulgada dia 16 de janeiro de 2017 pelo site A Tribuna sobre quantidade de animais marinhos encontrados com vida no ano de 2016. Leia matéria na íntegra aqui

 

No último ano foram resgatados 1.114 animais na região da Baixada Santista. Desses, 242 estavam vivos e foram encaminhados à reabilitação, graças a atuação de profissionais do Instituto Gremar, que atua junto ao Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), projeto coordenado pela Univali, a partir de iniciativa da Petrobras. Foram salvos 7 mamíferos, 117 aves e 118 quelônios (tartarugas). Os outros 872 animais foram localizados já mortos, sendo 484 quelônios, 277 aves e 111 mamíferos. As carcaças (dos animais mortos) são alvo de estudo do instituto, que trabalha com equipes multidisciplinares no monitoramento ambiental e reabilitação de animais vitimizados, além de realizar também cursos de capacitação profissional, atividades de educação ambiental e realizar atendimento a emergências ambientais com fauna.

 

Leia mais 

Soltura de Gaivota

 

Notícia divulgada dia 30 de janeiro de 2017 pela fanpage do Gremar sobre soltura de gaivota. Leia notícia na íntegra aqui

 

Mais uma ave marinha reencontrou seu habitat após algumas semanas em reabilitação no Gremar. Desta vez foi uma gaivota juvenil (Larus dominicanus), resgatada em Itanhaém no dia 24 de dezembro, com sinais de intoxicação. Após ser submetida ao tratamento e ter sua recuperação clínica confirmada por meio de exames, o animal foi solto no último dia 18. O descarte indevido de lixo nas praias é uma das principais causas da intoxicação de animais marinhos. Seja responsável e colabore com a preservação não só do ambiente, mas da vida dessas espécies.

 

Leia mais 

As tartarugas-verdes estão entre os animais marinhos sem vida mais recolhidos pela equipe do Biopesca

 

Notícia divulgada dia 11 de janeiro de 2017 pelo facebook do Biopesca sobre grande número de tartarugas-verdes encontradas mortas no litoral paulista. Leia notícia na íntegra aqui  

 

As tartarugas-verdes (Chelonia mydas) estão entre os animais marinhos sem vida mais recolhidos pela equipe do Biopesca em praias do litoral paulista. As necropsias realizadas revelam a presença de lixo em seu trato digestório e indicam esse problema como a causa ou contribuinte para sua morte. Essa é a segunda maior espécie de tartaruga marinha e pode chegar a medir 1,40 m. Como todas as espécies de tartarugas marinhas, encontram-se ameaçadas no Brasil e no mundo por poluição, pesca incidental e alterações nas praias onde desovam. Essa espécie é também a principal a sofrer com fibropapilomatose, uma doença que afeta o deslocamento e a alimentação, e é comum em locais afetados pela poluição.

 

Leia mais 

Copyright -  Programa de Monitoramento de Praias  - 2016 - Todos os direitos reservados