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Em um mês, 374 animais marinhos foram encontrados de Bertioga a Peruíbe, em SP

 

Matéria divulgada dia 12 de novembro de 2016 pelo site Olhar Animal sobre grande quantidade de animais marinhos encontrados no litoral de SP. Leia matéria na íntegra aqui 

 

Trezentos e setenta e quatro animais marinhos, entre tartarugas, aves e cetáceos (mamíferos, como baleias e golfinhos), foram encontrados entre a orla de Bertioga e a cidade de Peruíbe, no Litoral Sul, ao longo do mês de outubro. Destes, 340 foram localizados sem vida, alguns já em avançado estado de decomposição.  
Os números foram divulgados a pedido da Reportagem pelos institutos Gremar e Biopesca, que integram o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos. Apesar do grande volume, os balanços, segundo responsáveis pelos dois grupos, estão dentro da normalidade e são semelhantes a outros períodos fora da temporada. O que preocupa é que, em boa parte dos casos, as mortes estão associadas à interação destes animais com redes de pesca ou por ingestão de lixo.

 

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Sete animais marinhos são localizados pelo Gremar em um único dia

 

Matéria divulgada dia 09 de novembro no site A Tribuna sobre animais marinhos encontrados nas praias da Baixada Santista. Leia matéria na íntegra aqui  

 

Quatro tartarugas, sendo uma viva, e três aves marinhas foram encontradas na quarta-feira (9) por pesquisadores do Instituto Gremar, em praias da Baixada Santista. O único animal com vida, uma tartaruga verde, foi localizado em Peruíbe. Ele foi encaminhado para uma base em Itanhaém, onde passará por exames e, de lá, seguirá para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos do Gremar, em Guarujá. Além desta, outras três tartarugas foram encontradas mortas em Guarujá e São Vicente. Em Guarujá, elas foram encontradas nas praias de Pitangueiras e Prainha.

 

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Monitores improvisam piscina na praia para salvar golfinho encalhado em SP

 

Matéria divulgada dia 26 de novembro pelo site A Notícia do Dia sobre golfinho encalhado em SP. Leia matéria na íntegra aqui 

 

Um golfinho vivo foi encontrado na quarta-feira (26) em uma praia de Peruíbe, no litoral de São Paulo. Bastante debilitado, o animal precisou ser colocado em uma piscina improvisada até ser transferido para uma unidade de tratamento em Guarujá. O animal de cerca de dois metros de comprimento da espécie pintado-do-Atlântico (Stenella frontalis) encalhou por volta das 7h na praia de Santa Cruz, próximo à divisa com a cidade de Itanhaém. Técnicos do Instituto Biopesca, que realiza o monitoramento de praias na região dentro de um programa ambiental do Ibama, foram chamados para verificar o estado de saúde do golfinho. Como os monitores perceberam que o animal estava debilitado, comunicaram também um dos veterinários do Gremar, instituto responsável pela reabilitação de animais marinhos na região da Baixada Santista.

 

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Tartaruga marinha é encontrada morta em praia de Guarujá, SP

 

Matéria divulgada dia 09 de novembro pelo site do G1 sobre tartaruga marinha encontrada morta no Guarujá, SP. Leia matéria na íntegra aqui

 

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta por um casal de moradores em uma praia de Guarujá, no litoral de São Paulo, na manhã da quarta-feira (9). Pesquisadores do Instituto Gremar, que atuam na região, foram até o local para fazer a remoção do animal. Valclei Lemos e sua esposa caminhavam pela faixa de areia da Prainha Branca no início da manhã quando avistaram a carcaça do animal. Segundo o morador, apesar da presença de urubus, não havia cheiro forte em volta da tartaruga. Já segundo os biólogos do Instituto, o animal encontrado é da espécie tartaruga-oliva. Ela foi levada para a sede do Gremar, em Guarujá, para realização do exame necroscópico, que pode indicar as causas da morte.

 

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Tartaruga de 1,75 metros é encontrada morta em Itapoá

 

 

Notícia divulgada dia 30 de novembro sobre tartaruga encontrada morta em Itapoá. Leia notícia na íntegra aqui

 

Nesta semana, durante o monitoramento na Barra do Saí, praia de Itapoá/SC, uma equipe da Univille encontrou uma tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) morta. Raramente encontrado na região, o animal conhecido também como tartaruga-gigante tinha 1,75 metros, era um macho e pesava aproximadamente 200 quilos. Como o nome já diz, esta é a maior espécie de tartaruga que se tem conhecimento, podendo chegar à 2 metros de comprimento e em média 400 quilos. Outra caraterística que chama a atenção é a aparência diferenciada, principalmente a da carapaça. Nas outras espécies de tartarugas marinhas a carapaça é formada por placas, já no caso da tartaruga-de-couro ela é composta por uma pele fina e resistente junto com milhares de placas ósseas que formam 7 quilhas ao longo do seu comprimento. Quando recolhido da praia, o animal apresentava marcas de rede no pescoço, e segundo Leonardo Drumond, médico veterinário que realizou a necropsia, a cor da pele e a presença de espuma no pulmão indicam que o animal morreu por afogamento. As amostras coletadas seguiram para análise laboratorial para confirmar a causa da morte.

 

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