Instituições Executoras

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) tem como coordenação geral a Universidade do Vale do Itajaí (Univali). A Instituição catarinense é responsável por coordenar as atividades de uma rede de instituições no litoral sul e sudeste do Brasil. São elas: Associação R3 Animal, Instituto Argonauta, Instituto Gremar, Instituto de Pesquisas Cananeia (IPeC), Universidade da Região de Joinville (Univille), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Australis (Projeto Baleia Franca), Instituto Biopesca. Essas instituições realizam resgates, atendimentos veterinários e reabilitações de aves, tartarugas, baleias e golfinhos.

Para a operacionalização da rede de atendimentos veterinários foram disponibilizados 50 carros e construídas cinco Unidades de Estabilização Animais Marinhos nas cidades de São Sebastião (SP), Praia Grande (SP), São Francisco do Sul (SC), Penha (SC) e Laguna (SC); cinco Centros de Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos, nas cidades de Ubatuba (SP), Guarujá (SP), Cananéia (SP), Pontal do Paraná (PR) e Florianópolis (SC); e duas Bases de Apoio na Ilha do Superagui (PR) e em Imbituba (SC), onde atuam uma média de 400 profissionais.

Para ter mais informações sobre cada instituição, clique na opção desejada e navegue pela sua página.

São Paulo

IPeC

Avenida Nina, 523 – Retiro das Caravelas – Cananéia – SP – CEP: 11990-000
Tel.: (13) 3851-1779
E-mail: ipec@ipecpesquisas.org.br
Site: http://www.ipecpesquisas.org.br/
Facebook: @ipecpesquisas

 

O Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) foi fundado em 1997 pelo biólogo pesquisador Emygdio Leite de Araújo Monteiro Filho, o Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) atua nas áreas de educação ambiental e ciências naturais, desenvolvendo atividades de pesquisa e conservação da vida selvagem. Além disso, proporciona oportunidades para a capacitação e aperfeiçoamento de profissionais e estudantes sobre temas relacionados à biologia e ecologia da vida selvagem através de diversos minicursos, palestras e capacitações.

A missão do IPeC é promover estudos e ações em defesa do patrimônio natural e cultural respeitando-se hábitos, costumes e práticas locais.  O instituto tem atuação em diferentes biomas do Brasil, com uma maior concentração das suas atividades na região do Lagamar, que se estende pelo litoral sul do Estado de São Paulo e Paraná.

 

Instituto Argonauta

Rua Guarani, 835 – Itaguá – Ubatuba – SP – CEP: 11.680-000
Tel.: (12) 3833 4863 – Fax: (12) 3832 7491
E-mail: institutoargonauta@uol.com.br
Site: http://www.institutoargonauta.org
Facebook: @InstitutoArgonauta

 

O Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha é uma organização não governamental sem fins lucrativos (ONG), fundada em julho de 1998, pela diretoria do Aquário de Ubatuba e outros profissionais envolvidos na preservação do ambiente marinho. Foi criada para dar suporte e ajudar na obtenção de recursos para projetos de pesquisa e educação voltada à preservação dos mares.

O Instituto Argonauta tem como objetivo incentivar, promover, desenvolver e apoiar a cultura, a educação, a pesquisa e a conservação ambiental e ações voltadas à defesa, elevação e manutenção da qualidade de vida do ser humano e do meio ambiente. Com atenção especial à conservação de áreas costeiras e marinhas.

Em parceria com instituições como o Aquário de Ubatuba, realiza e participa de campanhas contra o lixo no mar, mutirões de limpezas, palestras e outras atividades voltadas à Educação Ambiental e conservação do ambiente marinho em todo o litoral norte do estado de São Paulo.

Comandada por Hugo Gallo, presidente e oceanógrafo, o Instituto Argonauta tem parcerias com diversas faculdades estaduais, federais e particulares do País, e procura incentivar o protagonismo jovem e a capacitação profissional por meio de contratos de estágio.

Sob a coordenação da bióloga Carla Beatriz Barbosa, o Instituto desenvolve ações de educação ambiental em conjunto com escolas, comunidades locais e outros projetos sociais, além de coordenar as equipes do projeto de monitoramento de praias que compreende a região das cidades de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela.

A equipe do Instituto é formada por profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Oceanografia e Medicina Veterinária. Através do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos a instituição também emprega técnicos e monitores, em sua maioria moradores locais.

Instituto Biopesca

Rua Carlos Eduardo Conte de Castro, 93 – Canto do Forte – Praia Grande –SP – CEP: 11700-570
Te.: (13) 3356-6141 / (13) 99601-2570 (WhatsApp)
E-mail: contato@biopesca.org.br
Site: www.biopesca.org.br
Facebook: @biopesca.org.br

 

Instituto Biopesca é uma organização não-governamental criada em 1998 no munícipio da Praia Grande, litoral central de São Paulo, Brasil. O objetivo da entidade é promover a conservação das espécies marinhas ameaçadas de extinção a partir de pesquisas e ações de sensibilização e educação ambiental.

Desde que começou seu trabalho, o Biopesca realiza parcerias com pescadores a fim de estimulá-los para a adoção de práticas sustentáveis de pesca com o objetivo de evitar a captura incidental de tartarugas marinhas e toninhas, uma espécie de golfinho ameaçado de extinção. Essa relação se estabelece principalmente com o monitoramento periódico da organização junto a esses profissionais para pesquisar a interação com essas espécies marinhas.

O Instituto Biopesca é ainda uma das entidades executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), desenvolvido para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Ibama, das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos (PMP-BS). O Biopesca é responsável pelo monitoramento diário de 75 quilômetros de praias dos municípios de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe, situados no litoral central e sul de São Paulo.

Além dessas atividades, o Biopesca também realiza ações de Educação Ambiental junto ao público em geral em sua Sala de Educação Ambiental, em instituições diversas e em escolas da Rede Pública de Ensino, nos municípios do litoral central de São Paulo. No total, mais de 30 mil pessoas já participaram desses eventos. A organização atua ainda em parceria com diversas Instituições de Ensino e Pesquisa no desenvolvimento de pesquisas acadêmicas voltadas à conservação de espécies marinhas e do meio ambiente.

Fundadora: Profª Drª Carolina Bertozzi, professora da Unesp

Coordenador geral: Médico veterinário Dr. Rodrigo del Rio do Valle

 

Instituto Gremar

Estrada Guarujá-Bertioga – Km 13,5 – Guarujá – SP – CEP: 11421-060
Tel.: (13) 3395-7000
E-mail: contato@gremar.org.br
Site: www.gremar.org.br
Facebook: @gremar.resgateereabilitacao

 

O Instituto Gremar – Pesquisa, Educação e Gestão de Fauna é uma organização não governamental pioneira, que desde 2004 trabalha por meio de equipes multidisciplinares no monitoramento ambiental e reabilitação de animais vitimizados, cursos de capacitação profissional, atividades de educação ambiental em espaços formais e não formais e atendimento a emergências ambientais com fauna. Até o momento já atendeu cerca de 3 mil ocorrências na Baixada Santista, realizando qualificação e quantificação destes.

Em 2007 instalou o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos – CRAM REVIVA na Ilha dos Arvoredos (Guarujá-SP), primeiro local especializado para tratamento de animais marinhos do Estado de São Paulo, onde permaneceu até 2013.

Por meio de uma parceria com a Secretaria de Meio Ambiente de Guarujá, ainda em 2013, inaugurou o Centro de Recepção e Triagem de Animais Marinhos – localizado na Base de Monitoramento Ambiental, no Canal de Bertioga. Lá dispõe de um hospital veterinário para animais marinhos e de toda a estrutura necessária para a reabilitação e soltura destes.

Dentre seus principais projetos destacam-se o monitoramento do encalhe de carcaças de animais marinhos, de grande importância no monitoramento sanitário da fauna marinha. Isto porque eles são considerados bio-indicadores dos ecossistemas – e esta é a principal fonte de informação sobre as espécies marinhas nos dias de hoje.

Com a experiência adquirida, o Instituto Gremar passou a atuar também de forma preventiva, investindo na mobilização de atividades diversas e na conscientização das comunidades quanto aos problemas que afetam a saúde ambiental aquática.  Temas como os resíduos antrópicos nos corpos d’agua que desembocam no mar, a disposição adequada de óleos utilizados nas embarcações e os impactos negativos da pesca (captura acidental) se tornaram recorrentes.

Além disso, desde 2011, o Gremar organiza na Baixada Santista o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, evento pontual que reúne voluntários e estudantes de escolas públicas para ressaltar a importância da preservação do ambiente marinho. Palestras são realizadas nas escolas antes da limpeza para que as crianças sintam-se inseridas no contexto e possam entender a iniciativa com mais clareza.

Já em 2012, em parceria com a Secretária de Educação do Município de Santos, criou e desenvolveu uma ação de educação ambiental que se estendeu durante todo o ano letivo, com foco no ambiente marinho e região de manguezal nas escolas dos bairros de Caruara e Monte Cabrão.

Também oferece cursos para profissionais da área de ciências biológicas, medicina veterinária, oceanografia e gestão ambiental, com o intuito de aperfeiçoar conhecimentos específicos na área de conservação dos ambientes marinhos e costeiros.

Paraná

UFPR

Av. Beira mar, s/nº – Pontal do Sul – Pontal do Paraná – PR – CEP 83255-976
Tel.: (41)3511-8616 / 3511-8671
E-mail:
Facebook: @LecLaboratorioDeEcologiaEConservacao

 

O Centro de Estudos do Mar – CEM – foi criado como unidade de pesquisa da Universidade Federal do Paraná em 1980, quando foi organizado, ainda em Curitiba, o primeiro núcleo de pesquisadores. Datam desta época o primeiro organograma da instituição, então denominada Centro de Biologia Marinha (CBM), instalação dos primeiros laboratórios e a definição de alguns objetivos básicos de pesquisa. Nesta fase, o CBM esteve vinculado ao Setor de Ciências Biológicas, não possuindo lotação própria. Seus pesquisadores estavam lotados em outros Departamentos da Universidade ou eram convidados de outras instituições.

Formalmente, o CBM só foi criado por decisão do Conselho Universitário da UFPR em 13 de março de 1982, como órgão suplementar da Universidade. A decisão foi homologada pela Portaria Ministerial número 181, de 2 de maio de 1983.

Os primeiros laboratórios localizavam-se em Curitiba, nas dependências do Departamento de Educação Física. A seguir foram instalados no prédio da Travessa Alfredo Bufren e depois no Setor de Ciências Agrárias. Com a inauguração da sede litorânea em Pontal do Sul, em 13 de março de 1982, iniciou-se a transferência progressiva dos laboratórios, processo que só se encerrou em 1984.

A partir de 1988, novos laboratórios foram criados, nas áreas de geologia, química marinha, oceanografia física e gerenciamento costeiro, levando a uma reestruturação da unidade quanto a seu alcance e áreas de atuação. Entre o segundo semestre de 1988 e fevereiro de 1991, o Centro esteve diretamente ligado diretamente à reitoria da UFPR. Um novo regimento foi aprovado pelo Conselho Universitário em dezembro de 1992, concretizando a criação do atual Centro de Estudos do Mar, quando o CEM passou para a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, tendo retornado a depender da Reitoria até 1999. A partir deste ano, o CEM passou a depender do novo Setor de Ciências da Terra da Universidade Federal do Paraná, do qual fazem parte, também, os Departamentos de Geografia, Geomática e Geologia.

O Diretor do CEM é escolhido por professores, funcionários e alunos da unidade, através de eleição direta.

Os principais financiadores de projetos têm sido a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Programa de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE), a Petrobrás, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Conselho de Ciência e Tecnologia do Paraná (CONCITEC).

A sede em Pontal do Sul possui um prédio central de 2000 m2 de área construída, abrigando gabinetes de professores, laboratórios especializados, biblioteca, auditório, laboratórios gerais, salas de administração, etc. Outros três edifícios abrigam salas de aula, laboratórios de ensino e de informática. A frota de pesquisa conta com várias pequenas embarcações e dois barcos de médio porte. ABiblioteca do CEM foi criada em 1982, tendo se originado em grande parte do acervo particular do falecido bioquímico Prof. Gilberto Vilela. Atualmente faz parte do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), contando com pessoal especializado para o atendimento e organização do material.

A equipe científica do CEM é atualmente composta por 58 professores do quadro permanente da UFPR, sendo a grande maioria doutores que, juntamente com graduandos, graduados, mestrandos e doutorandos, são responsáveis pela estruturação dos laboratórios de pesquisa.

O quadro técnico-administrativo é composto por cerca de 30 funcionários concursados da UFPR.

Em 2000, foi fundado o curso de Ciências do Mar do CEM, que passou para Oceanografia em 2004, antes da formatura da primeira turma. Em 2006, começou a funcionar no CEM o curso de pós-graduação em sistemas costeiros e oceânicos (PG-SISCO), que atualmente possui o conceito 5 da CAPES. Em 2009, começou a funcionar o segundo curso de graduação (tecnológico) do CEM, de Aquicultura, que em 2015 entrou em processo de extinção, passando a ser ofertado em nível de Engenharia de Aquicultura.

No ano de 2014, em consonância com o plano de reestruturação e expansão do ensino superior no país e a necessidade de professores na área das ciências exatas, foi instituído o Curso de Licenciatura em Ciências Exatas ofertado na unidade Mirassol, localizado no Balneário Mirassol, próximo de Praia de Leste.

A unidade Mirassol é composta por salas de aula, salas de professores, laboratórios, biblioteca, entre outros.

Em 2015 dois novos cursos foram implementados no CEM: Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária, colaborando também com a expansão do Campus.

 

 

Santa Catarina

UDESC

Av. Colombo Machado Salles, N. 1873 – Laguna Internacional – Praia do Gi – Laguna – SC – CEP 88790-000
Tel.: (48) 3647730
E-mail:
Facebook: https://www.facebook.com/PMPBSUDESC/

 

A Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC – Laguna integra a REMASUL desde 2012 a partir da consolidação do Curso de Graduação em Engenharia de Pesca e do Laboratório de Zoologia. Desde então, são realizadas pesquisas científicas e ações de extensão à comunidade com foco na conservação da população residente do boto pescador de Laguna (Tursiops truncatus) e da toninha (Pontoporia blainvillei) na área de abrangência da APA da Baleia Franca. O Laboratório de Zoologia conta com uma coleção científica osteológica de referência para mamíferos aquáticos com cerca de 16 espécies de cetáceos representadas e mais de 60 esqueletos completos. Com a abertura do curso de Ciências Biológicas em 2016 houve um incremento de estudantes e pesquisas na área de morfologia, ecologia, comportamento animal e bioacústica de pequenos cetáceos. Desde o início da criação do Laboratório foram publicados seis artigos científicos, quatro TCCs e diversos resumos em congresso nacionais e internacionais demonstrando a potencialidade das pesquisas na região Centro-Sul do Estado de Santa Catarina.

Projeto Baleia Franca / Instituto Australis

 

Av. Atlântica s/nº – Itapiruba Norte – Caixa Postal 201 – Imbituba – SC – CEP 88780-000
Tel.: 48 3255-2922
E-mail: projeto@baleiafranca.org.br
Site: http://www.baleiafranca.org.br
Facebook/Instagram: @projetobaleiafranca

 

O Instituto Australis (IA) é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades relacionadas a animais marinhos, atuando principalmente na costa centro-sul de Santa Catarina, Brasil. Criado em 2015, o IA mantém o principal projeto de pesquisa de baleias franca (Eubalaena australis) da região sul do Brasil, o Projeto Baleia Franca (PBF).

Criado em 1982, o PBF tem a missão de garantir a sobrevivência populacional das baleias franca no Atlântico Sul Ocidental. Dedicado a pesquisa científica, monitoramento e proteção da população de baleias franca no Brasil. Atuamos na formulação de políticas públicas, educação e sensibilização do público para a conservação da espécie, e na valorização das baleias como patrimônio ecológico e turístico.

O PBF desenvolve ainda um programa de Atendimento de Encalhes de Cetáceos na APA da Baleia Franca, integrando a rede de encalhes de Mamíferos Aquáticos da região sul (REMASUL/ICMBIO), bem como a Rede de Encalhes de Mamíferos Aquáticos do Brasil (REMAB/ICMBIO), desde a sua criação. Na APA da Baleia Franca, o PBF atua no atendimento a eventos de encalhes de cetáceos em parceria com as instituições que fazem parte do Protocolo de Atendimento a Encalhes da APA da Baleia Franca.

Univali

 

Rua Maria Emília da Costa, 90 – Armação – Penha – SC – CEP: 88-385-000
Tel.: 3341-5596 / 3341-5592
E-mail: jdick@univali.br
Facebook: @pmp.bs.univali

 

Univille

 

Rodovia Duque de Caxias 6365 – KM 8 – Poste 128 -Bairro Iperoba – São Francisco do Sul – SC – CEP 89240-000.
Tel.: (47)3471-3816 / 3471-3805 / 3471-3800.
E-mail: pmp@univille.br
Facebook: @pmp.univille

 

Fundada em 1965, a Universidade da Região de Joinville (Univille) tem como missão promover a formação humanística, científica e profissional para a sociedade por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, comprometida com a sustentabilidade socioambiental. É uma universidade comunitária, sem fins lucrativos, que reinveste todos os resultados obtidos em suas atividades, oferecendo ensino de qualidade, desenvolvendo pesquisa de reconhecimento nacional e internacional e contribuindo para o desenvolvimento local e regional. A instituição oferece 42 cursos de graduação nas diferentes áreas do conhecimento, incluindo um Bacharelado em Biologia Marinha.

Atualmente, a Área de Extensão desenvolve 54 programas e projetos de extensão universitária. Entre eles o Projeto Babitonga Ativa e o Programa de Assessoria Técnico-Científica ao Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão Norte e Cachoeira (CCJ), rios que integram o complexo da Baía da Babitonga. Em 2016, os programas, projetos de extensão e serviços oferecidos à população atingiram um público de 300 mil pessoas de diferentes comunidades da região nordeste de Santa Catarina.

A Área da Pesquisa da Univille tem como principal objetivo incentivar e apoiar o desenvolvimento da pesquisa e da produção científica institucional, incentivando a busca da transformação da realidade existente em seu entorno. Em levantamento dos últimos cinco anos, a Área da Pesquisa viabilizou 193 projetos com bolsa-estágio somente na área de Ciências Biológicas. Entre os destaques na área ambiental estão o Projeto Toninhas e o Projeto Aves, ambos desenvolvidos na Baía da Babitonga e entorno, além do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, no qual a Univille é responsável pela execução no litoral norte de Santa Catarina, nos trechos que englobam os municípios de São Francisco do Sul, Barra do Sul, Itapoá e Araquari.

 

UNIDADE SÃO FRANCISCO DO SUL

É aqui que funciona a base das atividades do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos no litoral norte de Santa Catarina. Localizada às margens da Baía da Babitonga, a Unidade de São Francisco do Sul tem uma infraestrutura completa para as ações desenvolvidas para o curso de Biologia Marinha e cursos da área de Ciências Socioeconômicas. Na Vila da Glória, situada na área continental do município, funciona o Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais (CEPA).

Associação R3 Animal

Rod. João Gualberto Soares s/nº – Entrada do Parque Estadual Rio Vermelho – Florianópolis – SC – CEP 88058-300
Tel.: (48) 3665-4492 ou 9911-6866.
E-mail: contato@r3animal.org.br
Site: www.r3animal.org
Facebook: @associacaor3animal

 

A Associação R3 Animal (R3) consiste em uma organização não governamental fundada em 02 de abril de 2000 no município de Florianópolis. Desde sua fundação, a R3 tem como atividade principal o serviço técnico ao CETAS-Florianópolis mantido atualmente pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), com apoio da Polícia Militar Ambiental. Em dezembro de 2013 a R3 recebeu a certificação de Organização Social de Interesse Público/OSCIP.

Na década de 90 a Polícia Militar Ambiental iniciou o trabalho de reabilitação de animais silvestres, porém não possuía em seu efetivo biólogos ou médicos veterinários, surgiu então a ideia de fundar uma ONG que pudesse realizar o trabalho. Nasceu assim a R3 Animal, que além do corpo técnico contratado, recebe ajuda de voluntários. São pessoas das mais diversas profissões que dedicam seu tempo livre aos animais. Somente voluntários devidamente cadastrados na R3 possuem autorização de atuar no CETAS.

O CETAS Florianópolis é o único local no Estado de Santa Catarina licenciado para receber animais selvagens provenientes do tráfico ilegal, maus tratos ou machucados.
Desde o ano de 2015 a R3 Animal trabalha também junto ao Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, monitorando o litoral da Ilha de Santa Catarina e reabilitando animais marinhos de todo o estado. Em março de 2018 inaugurou o maior Centro de Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos do país.